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Inaugurado Monumento alusivo ao Massacre de Inhaminga em Sofala.

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O presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, inaugurou a 23 de Setembro de 2019 na vila de Inhaminga, Distrito de Cheringoma, província de Sofala, um monumento em memória aos compatriotas que tombaram no Massacre de Inhaminga. Segundo Governo a construção do monumento é pelo reconhecimento do simbolismo histórico do Massacre de Inhaminga para o povo Moçambicano. Dessa forma o Governo pretende valorizar a unidade nacional e a promoção dos valores culturais e da nossa coesão como moçambicanos. Vale lembrar que foi em Inhaminga onde, entre finais de 1973 e meados de 1974, as forças do regime colonial português protagonizaram um dos maiores e últimos massacres na história do país, contra a população civil, entre ela mulheres e crianças, facto que ficou conhecido como o Massacre de Inhaminga (in Jornal o País). As obras de construção do monumento custaram aos cofres cerca de sete milhões de meticais que incluem a construção de uma via de acesso para o local do massacre, numa...

Filipe Jacinto Nyusi focado na valorização da cultura Moçambicana

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Filipe Nyuisi e a Frelimo (partido do povo para o povo e com o povo), garante o bem-estar de todos os moçambicanos, independentemente da sua origem, raça, língua, cor partidária, condição social e religião. Realizou várias acções com vista à manutenção da estabilidade política no país e implementou diferentes programas de desenvolvimento sócio-económico, conducentes a resultados visíveis, de que se destaca a Unidade Nacional compreendendo uma multiplicidade e complexidade de elementos que consubstanciam as dimensões sócio-culturais e económicas da sociedade moçambicana, na qual, com o Presidente Filipe Jacinto Nyusi pretendemos potencializar de modo a firmar cada vez mais o sentimento de familiaridade entre os moçambicanos independentemente da sua localização geográfica. Frelimo Unidos, Fazemos Moçambique Desenvolver

Posse e Livre circulação de Arte e Artesanatos

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A lei 10/81 de 25 de Julho, conjugada com o diploma ministerial 220-A/2002 de 17 de Setembro, autoriza a livre circulação de objectos de Arte e artesanato, dentro do país e para fora do país, sem quaisquer formalidades aduaneiras, desde que transportados pelos viajantes e sem quantidades razoáveis até 20kg (quantidades não comerciais). As categorias de arte e artesanatos previstas por lei são a pintura, a escultura, o desenho, a gravura, o batik, a cerâmica, a cestaria e tapeçaria. Com esta lei, artistas e criativos moçambicanos têm mais chances de penetrar nos mercados internacionais e mostrar a cultura moçambicana através da arte. O governo da FRELIMO e o seu candidato Filipe Nyusi, prometem dinamizar as indústrias criativas e culturais, em parceria com o sector privado, salvaguardando a defesa dos direitos autorais, como contributo para o desenvolvimento económico e social.

Consolidação e expansão da Cultura e o compromisso da Frelimo

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Ao longo dos 5 anos de governação da FRELIMO  e Filipe Jacinto Nyusi, foi possível a realização de varias actividades culturais,tendo em conta que a cultura e um dos pilares do crescimento de Moçambique, reactivando dessa forma o seu compromisso com o povo Moçambicano, identificando todos os pontos estratégicos para a expansão das culturais nacionais, a diversidade do seu rico mosaico sociocultura e linguístico é valorizado e transformada no alimento da identidade nacional, decorrente, principalmente, de sua história. Com isso, o Governo de Nyusi, reafirma a consolidação cultural, de forma única e indivisível onde jovens, mulheres, homens idosos se sintam unidos, valorizando a missão de edificar a identidade cultural de Moçambique.Afirmando desse modo, que o garante do futuro, são educadas a amar, cuidar e respeitar a sua cultura, a sua pátria, a propriedade social e estimuladas a explorar  as suas ambições para fazer valer o crescimento da identidade cultural. ...

Festival Cultural da UEM

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A Universidade Eduardo Mondlane, através da Associação dos Estudantes Universitários realiza anualmente o Festival Cultural da UEM. O evento junta estudantes da UEM e de outras instituições de Ensino Superior da cidade de Maputo, numa exposição do vasto património cultural nacional e internacional. A iniciativa tem contribuido para a promoção e valorização do património cultural do País, da região e do mundo; possibilitando um intercâmbio cultural entre as diversas províncias e países; entre outros. Em representação de cada uma das onze províncias do país, os estudantes procuraram através da dança, gastronomia, moda, literatura, pintura e artesanato enaltecer ao mais alto nível o mosaico cultural que cada um possui. Ao cair do pano, aquando das premiações, os membros do júri, tendo se baseado em critérios tais como performance, autenticidade e originalidade atribuem prémios aos grupos com melhor desempenho. A Madrinha dos Estudantes e Antiga Primeira-Ministra, Dra. L...

Feira do Livro Maputo é uma marca

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A Feira do Livro de Maputo é uma acção literária e cultural de carácter internacional que privilegia a literatura como um dos pilares fundamentais na educação do ser humano, organizada pelo Conselho Municipal da Cidade de Maputo em parceria com os centros e institutos culturais de Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, França e Brasil, editoras, livrarias, embaixadas, universidades e outros colaboradores. Este evento tem como objectivo celebrar e promover a literatura moçambicana e internacional nas suas variadas formas de actuação, ligando-a com outras áreas artísticas, que têm na literatura a fonte para sua execução, pretendendo promover mais e melhor acesso ao livro e ao gosto pela leitura no país. A Primeira edição da Feira do Livro de Maputo aconteceu entre 6 a 8 de Maio de 2015, tendo sido marcada pela participação de renomados autores nacionais Calane da Silva, João Paulo Borges Coelho e Paulina Chiziane, e por autores a nível da CPLP como Verónica Aminata Goubel...

Festival de Zalala coloca Zambézia na rota do turismo internacional

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Zambézia foi, num passado bem recente, uma ilha quando se falava de atractivos turísticos. Qualquer turista estrangeiro que entrasse para o país a partir da região sul tinha motivos para sorrir desde Maputo, Gaza, Inhambane até ao Parque Nacional da Gorongosa (PNG). Todos estes pontos estão repletos de estâncias turísticas modernas, praias com águas cristalinas e outros atractivos. O director provincial da Cultura e Turismo referiu,  no seu balanço, que “Moçambique e o mundo testemunharam o acontecimento daquele que é considerado o maior festival de praia do país”.Dados disponibilizados pelo governo provincial indicam que o número de  pessoas escalam a praia para assistir ao festival de Zalala, vai aumentando a cada ano que passa nos últimos anos, um evento que busca promover e divulgar as potencialidades culturais, turísticas e oportunidades de investimento na província da Zambézia.O evento contou, igualmente, com a uma feira de artesanato e pescado, bem como amostras ...