EXPORTAÇÃO DA AMÊNDOA DA CASTANHA DE CAJU: Solução pode estar no mercado sul-africano
A INDÚSTRIA nacional de processamento da castanha de caju deve apostar no mercado sul-africano de modo a fazer face à diminuição da procura pelo tradicional cliente - a China - devido ao coronavírus e à recente decisão do Governo indiano de agravar a sobretaxa de importação deste produto. A recomendação surge no âmbito de um estudo elaborado à luz do projecto ACAMOZ, segundo o qual aÁfrica do Sul é um mercado crescente de caju no mundo.O projecto ACAMOZ é uma iniciativa financiadapela Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD)em parceria com o Instituto de Fomento do Caju (INCAJU) e o Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER). “Mesmo que permaneça pequeno em comparação com grandes mercados como Índia, Estados Unidos da América ou União Europeia, a África do Sul é um mercado em que Moçambique tem uma vantagem comparativa devido à curta distância”, refere o estudo. A fonte explica que em 2019 a África do Sul importou 2600 toneladas métricas de amêndoade caju, mas ...