Exploradores da zona econômica de agronegócios em Gaza com direito a isenção fiscal



Ao segundo dia de actividades na província sul africana de Limpopo (17 de Março), decorreu a primeira parte da conferência da FABCO, onde Gaza esteve no domínio das incidências, com Margarida Chongo a partilhar os motivos pelos quais os investidores devem apostar no solo moçambicano para o desenvolvimento dos seus projectos.

A dirigente moçambicana expôs as oportunidades que visam desenvolver sobretudo a agricultura, sector primordial para o desenvolvimento económico e cartão de visita das duas províncias em gemelagem.

A governadora partilhou sobre a existência de mais de 260 mil hectares concentrados nos distritos de Chókwè, Xai-Xai, Guijá, Mandlakazi e Chibuto, espaço que pode ser capitalizado para a promoção de acções que visem aumentar a produção e produtividade de culturas como o milho, arroz, hortícolas, feijão, castanha de caju e frutas diversas.

A Zona Económica Especial de Agronegócios do Limpopo em Gaza, que compreende uma área de cerca de 7230 quilómetros quadrados, esteve em apreciação pela importante vantagem comparativa relacionada à aptidão dos solos e pelos incentivos fiscais, tendo referido Margarida Chongo que os exploradores da região gozam do benefício da isenção no pagamento de direitos aduaneiros na importação de material de construção, equipamentos, acessórios e peças sobressalentes para a massificação da produção, incluindo o imposto sobre o valor acrescentado (IVA).

Refira-se que a Zona Económica Especial de Agronegócios do Limpopo, designada em abreviatura por ZEEL, compreende o território integrado de Chókwè e Xai-Xai, incluindo parte dos distritos de Guijá, Chibuto, Limpopo e Chongoene.


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